sexta-feira, 6 de março de 2015

Entrevista do ex.craque Peu a Assis Ramalho



Em entrevista ao blog, Pêu ex-craque do Flamengo fala de sua carreira e de suas glórias vividas no time de Zico

Peu em entrevista a Assis Ramalho (Foto: Júnior Barrocão)
Peu (último jogador agachado da esquerda para direita) no Flamengo (Foto: Arquivo/Museu dos Esportes)
Foto oficial do elenco do Flamengo Campeão Mundial. Agachado, Peu é o primeiro da esquerda para a direita
O atacante Júlio dos Santos Ângelo não é muito conhecido por seu nome. Apenas três letras (P-E-U) identificam o alagoano que participou de importantes conquistas da "Geração de Ouro" do Flamengo, na década de 80.

Peu nasceu em Maceió, onde começou sua história em campo no Centro Sportivo Alagoano (CSA). A mãe de Peu era lavadeira do clube e o pai dele foi segurança, roupeiro, uma espécie de "faz tudo". Foi assim, desde menino, que ele foi criado entre os jogadores e a bola, tirando lições valiosas.
Aos 15 anos Peu já jogava pelo azulino alagoano e ainda muito jovem conquistou títulos nas categorias de base. Aos 17, já atuava entre os profissionais. Como o CSA revelava jogadores para os times do Rio de Janeiro e de São Paulo, em 1981 Peu foi parar no Flamengo de Zico & Cia.

Atacante eficiente com excelente domínio de bola, toques precisos, Peu só não teve mais oportunidades de se destacar no Flamengo porque caiu num time mágico. Por conta disso sempre foi um reserva de luxo, um jogador extremamente capaz, mas que quase sempre começava o jogo no banco de reservas. Nem por isso ele era triste. Muito pelo contrário! Alvo preferido das brincadeiras dos jogadores, principalmente de Zico, Peu sempre teve espírito jovial e alegre.

Foram quatro anos na Gávea, onde viveu um período muito intenso na história do clube. Peu teve a oportunidade de dar a volta olímpica três vezes na Taça Guanabara, uma no Carioca, venceu um Brasileiro, a Libertadores e o Mundial. Quer mais? Bom, é o suficiente para colocá-lo na galeria de grandes campeões pelo clube.

Ao deixar o Flamengo, Peu ainda se aventurou por uma série de times pelo Brasil e também no exterior. Foi campeão em Pernambuco (pelo Santa Cruz), e no Paraná (pelo Atlético), jogou ao lado de Raí no Botafogo de Ribeirão Preto e foi campeão mexicano com o Monterrey, em 1986. Ainda passeou por diversos Estados até encerrar definitivamente a carreira, aos 34 anos, levantando o título alagoano pelo clube que o revelou, o CSA.

Depois de pendurar as chuteiras, iniciou sua carreira de técnico sem sair da terra natal. Primeiro no Comercial AL, em 1996, depois no Dínamo AL, campeão das segunda divisão estadual, e posteriormente no Murici.
De lá para cá treinou times de base, como o Rio Negro RR e, em 2004, foi convidado para comandar o Itacuruba (PE) , na Série C do Campeonato Brasileiro.

No último domingo, 1º de março, o ex-craque do Flamengo, que agora é diretor das categorias de base do CSA, esteve em Petrolândia, no Sertão de Pernambuco, onde realizou testes com dezenas de jovens atletas no campo da Vila Dr. Francisco Simões de Lima, mais conhecido como campo da Vila dos Pescadores. Na oportunidade, o ex-craque do Flamengo concedeu entrevista exclusiva ao Blog de Assis Ramalho.

Confira abaixo a entrevista.

Assis Ramalho: Peu, primeiramente eu gostaria que você, que foi um ídolo do futebol alagoano e que brilhou no melhor time de todos os tempo do Flamengo, fizesse uma avaliação sobre a sua vinda aqui a Petrolândia para observar jovens talentos para o CSA de Alagoas, time pelo qual você iniciou a sua brilhante e vitoriosa carreira.

Pêu: Pra mim é um prazer estar aqui em Petrolândia, porque a minha vinda aqui faz parte de um projeto que a gente tem, que é de fazer um CSA forte e, para que isso venha a acontecer, a gente tem que começar pelas categorias de base. Então, nós estamos montando esta base para que, daqui a poucos anos, a gente possa colher os frutos que nós estamos plantando agora, que é essa garatoda que nós estamos observando, não só em Petrolândia como em outras cidades. Fico honrado em ter recebido essa função do CSA, que é o clube onde eu iniciei a minha carreira e que tem mais de um milhão de torcedores.

Assis Ramalho: Quais os primeiros procedimentos tomados em relação a esses garotos que forem aprovados?

Peu: O primeiro procedimento é pegar a autorização com os seus pais. Os garotos que forem aprovados hoje (domingo 1º), sendo liberados pelos pais, daqui a uns 20 dias já irão viajar para Maceió para iniciar os trabalhos no CSA.

Assis Ramalho: Chegando lá, os garotos vão receber total assistência do clube, a exemplo de alojamento, alimentação, eles terão assistência total do clube?

Peu: Chegando lá, eles ficam no alojamento que fica no campo (CT- Centro de Treinamento), e terão a alimentação necessária. Inclusive, nós fechamos uma parceria com uma empresa e os atletas vai poder fazer fisioterapia, e eles também terão acompanhamento de nutricionistas e de psicólogos. Emfim, lá nós damos todas as condições para que eles se tornem grandes jogadores.

Assis Ramalho: Pru, eu gostaria que você fizesse um resumo de sua brilhante carreira, já que você iniciou e brilhou no CSA, tendo saído de lá, ainda muito jovem, quando foi contratado pelo Flamengo, que naquela época tinha um super elenco, era o todo poderoso time comandado por Zico, na época o melhor jogador do futebol brasileiro. Como foi para você chegar lá e, de repente, estar jogando no meio daquelas feras todas? Eu acho que para você foi um sonho realizado, não?
Peu: Pra mim, foi algo muito importante, muito bom e muito gratificante. Na minha carreira eu ganhei muitos títulos. No CSA, por exemplo, eu comecei com 10 anos de idade, onde fui campeão em todas as categorias de base. Já como profissional, eu conquistei títulos alagoanos e também fui vice-campeão brasileiro pelo CSA da Taça de Prata (o que hoje representa a série B no futebol brasileiro). Depois, como você disse, eu fui contratado pelo Mengão, e lá eu vivi grandes momentos e conquistei grandes títulos. No mengão eu fui campeão da Taça Guanabara por três vezes, campeão carioca, campeão brasileiro, campeão da Libertadores e campeão mundial em 1981. Depois eu fui para o Monterrey do México, onde também fui campeão, de lá voltei para o futebol brasileiro, onde joguei no Atlético paranaense, no Cruzeiro, no Botafogo de Ribeirão Preto. Aliás, no Botafogo de Ribeirão Preto eu joguei com Raí. Também joguei no Santa Cruz, entre outros times. Então, com todo esse currículo que eu passei para você, eu me sinto preparado para fazer um bom trabalho nas categorias de base do CSA.

Assis Ramalho: Ainda em relação à sua passagem pelo Flamengo, como você foi recebido pelos jogadores da Gávea?  Eu pergunto isso porque, na época, o time era cheio de grandes estrelas. Além do seu astro maior, que era o Zico, tinha também o Júnior, o Leandro, o Mozer, Andrade, Adílio, Tita, Raul, entre outros. Todos eles lhe receberam bem?

Peu: É verdade, pra mim foi algo inesquecível. De repente você está ali, no meio daquelas feras todas. Mas posso lhe dizer que eu fui muito bem recebido por todos e vou aproveitar essa oportunidade e contar uma coisa. Você sabe que aquele grupo era um grupo onde quase todos foram formados na base do Flamengo. Aquele elenco tinha quase trinta jogadores, e no meio deles só tinha quatro que não tinham sido feitos em casa (no Flamengo), que éramos eu, Lico, Raul Plasma e (Paulo César) Carpergiani. Então, como era um grupo feito em casa, era um grupo muito unido e super fechado. E pelo que eu sentia, eram eles quem decidiam quem era o jogador que ia ficar, porque o jogador tinha que ser bom de bola e bom de grupo.

Assis Ramalho: Mas você, até onde eu sei, caiu nas graças do grupo porque na época eu me lembro que os jogadores do Flamengo, principalmente o Zico, gostavam muito de brincar com você, e dava para perceber que eles tinham um carinho muito grande por você, o que não era pra qualquer um. Aliás, ainda nos tempos de hoje, depois de mais de 30 anos, a gente ainda vê o Zico lembrando de você, falando do seu jeito divertido no Flamengo da época. Como é ter conquistado a amizade de Zico e ser amigo dele até hoje?
Pêu; É verdade, você disse muito bem. Pra mim é um privilégio muito grande ser amigo do Zico, até os tempos de hoje. Inclusive, recentemente indicaram um atleta da Paraíba pra ele (Zico), e ele me mandou ir lá, olhar esse atleta. Eu fui, dei o aval positivo e ele levou. Aproveito pra dizer pra você que no dia 26 de março, Zico vai estar em João Pessoa onde vai acontecer um jogo de masteres entre ex-jogadores do Corinthians (Amigos de Viola) e ex-jogadores do Flamengo (Amigos de Zico), e eu estarei lá a convite do Zico, que é meu amigo.

Assis Ramalho: Ao que parece, aquele grupo do Flamengo era muito unido, porque até hoje os jogadores estão sempre se encontrando, estão sempre programando algum evento para se ter um motivo de estar juntos, muito diferente dos tempos de hoje em que a gente não vê amizade nenhuma na classe dos atuais jogadores.
Peu: Você está muito certo, porque aquele time virou uma família. O pessoal está sempre ligando um para o outro, querendo saber como ele está, se está precisando de alguma coisa. É como você disse, todos procuram inventar um evento para estarem juntos novamente.

Assis Ramalho: Entre os muitos jogos e os muitos gols marcados por você, qual o jogo e o gol que mais lhe marcou em sua carreira?

Peu: Olha, eu acho que um gol que me marcou muito, foi um que eu fiz na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1982, contra o Guarani, no Maracanã com 145 mil torcedores. O Zico fez o primeiro e eu fiz o segundo, e nós vencemos por 2 x 1. Aquele resultado deu a nós o direito de decidir o título com o Grêmio, onde fomos campeão no Olímpico ganhando por 1 x 0, com gol de Nunes. No primeiro jogo, no Maracanã, foi 1 x 1, com gol de Zico. Então, aquele jogo e aquele gol contra o Guarani, foi um jogo e um gol inesquecível. Mas, tem um outro gol que foi muito importante na minha carreira, que foi o que eu marquei na decisão do Campeonato Alagoano de 1980, aos 47 minutos do segundo tempo, diante do nosso arquirrival CRB. Vencemos por 2x1 e fomos campeões. Naquele jogo o placar estava 1 x1, o CRB jogava pelo empate e o meu irmão Jorge Siri tinha perdido um pênalti. Então, quando tudo parecia perdido, aconteceu um lateral para o nosso time, e eu rapidamente pedi a bola. Ao receber a bola, eu driblei dois jogadores e chutei de fora da área, no ângulo. A bola bateu na trave e entrou. Aquele gol foi muito importante porque, além de ter dado o título ao CSA, eu consegui livrar a pele do meu irmão, que tinha perdido o pênalti, e aquele pênalti poderia prejudicar a carreira dele, porque tinha sido diante do CRB, o maior adversário do CSA.

Assis Ramalho: Peu, o que é que você ainda lembra daquela decisão histórica do Mundial de 1981, quando o Flamengo foi campeão no Japão, diante do Liverpool da Inglaterra. Eu já ouvi jogadores, inclusive o Zico e o Júnior, afirmarem que os jogadores ingleses ironizaram os jogadores do Flamengo antes da decisão. Isso foi verdade?

Peu: Sim, foi verdade. O que aconteceu foi que os jogadores do Liverpool achavam que o jogo já estava decidido, e que eles iriam ser campeões com a maior facilidade. Essa ironia que você citou aconteceu na véspera do jogo, quando nós (jogadores do Flamengo) fomos fazer o reconhecimento do campo. Quando nós chegamos, eles tinham acabado de fazer o reconhecimento do campo e ficaram olhando pra nós e rindo. Como eles eram todos jogadores altos, chamados de 'sangue puro', olharam pra nós, que éramos na maioria franzinos, e começaram olhar um para o outro e começaram a tirar sarro da cara da gente, inclusive nos chamando de desnutridos e "passa-fome". No final do jogo nós ganhamos de 3 x 0, e aí eles viram que a gente realmente tinha fome, mas era fome do título mundial, que ganhamos dando "olé". Aliás, como os gols foram marcados no primeiro tempo (dois de Nunes e um de Adílio), no segundo tempo eles, para não levar uma goleada maior, jogaram retrancados. (Peu abriu um largo sorriso ao responder).

Assis Ramalho: Peu, muito obrigado por sua atenção com a nossa reportagem, e deixo o espaço para você fazer suas considerações finais da entrevista.
Peu: Eu deixo um abraço para todos os torcedores do Flamengo aqui de Petrolândia e região, que na época torceram por mim, e também para os torcedores mais jovens, que não tiveram a oportunidade de ver Peu jogar, nem ver aquele time maravilhoso do Mengão. Também deixo um abraço para os torcedores dos demais times, porque futebol é festa, é alegria e a rivalidade fica apenas dentro de campo, quando a bola rola. Eu também quero deixar um abraço pra você que fez essa bonita entrevista comigo e que vai servir para aqueles que não conheciam a minha história no futebol. Gostei muito da entrevista, fiquei muito feliz com as suas lembranças, que fizeram com que eu voltasse àqueles bons tempos. Muito obrigado,e mais uma vez parabéns pela entrevista.

Grêmio de Primavera veste Compare Futebol Clube


ROMERO E ROMERINHO

Com um time de qualidade,onde o artilheiro Romerinho é um dos destaques,o Grêmio de Primavera-PE segue rumo ao título de campeão municipal de sua cidade.
O time joga com a camisa com o escudo do Compare Futebol Clube,fruto da parceria dos sócios do clube Florestano,Romero e Romerinho.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Compare terá que escolher estrangeiros para o Municipal 2015

Com a limitação de apenas cinco estrangeiros para o Municipal 2015,o Compare Futebol Clube terá
que escolher apenas cinco dos chamados estrangeiros do elenco,onde no momento Junior Abaré,Isidoro,Alex Abaré,Nickson e Giggio estão na frente por fazerem parte do atual elenco,mais se
depender da diretoria,os meias Nickson e Roberto ainda estão na disputa por um das vagas,no momento todos estão focados na disputa da Copa dos Campeões em Petrolândia,e depois pensamos no assunto,fala o presidente do clube.
A escolha vai ser feita pelo treinador Marçal Gonzaga,deixa claro o mandatário do clube,que apenas vai viabilizar a vinda dos atletas,não interferindo na escolha,mais revela que o capitão do time Isidoro é o único que depende apenas dele para a disputa.
Já para a equipe de Futsal a diretoria pensa em buscar na vizinhança  Nickson,Nicolas,Miltinho,e os Baianos Darlan e Tentena.

Diretoria pede que atletas se cuidem para a Copa dos Campeões

Apesar de não marcar treinos,já que não é possível devido a equipe ser formada por atletas
de outras cidades e também por não ter local disponível,a Comissão técnica do Compare pede
a seus atletas que se cuidem,e realizem treinamentos individuais,a diretoria vai observa-los  na
primeira fase da competição,e em caso de classificação quem não estiver rendendo poderá ficar de fora
do restante da competição,já que a lista poderá ser alterada com dois novos jogadores.
Compare e Vasco fazem o primeiro jogo da primeira fase dia 29 no Estádio Galegão.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Santeiro assumirá cargo na comissão técnica do Compare

O árbitro Santeiro será um dos auxiliares da comissão técnica durante a Copa dos Campeões em
Petrolândia,a ideia da diretoria é que ele seja um dos orientadores de como os atletas se comportarem
diante da arbitragem,e também ao lado do treinador Marçal Gonzaga e do auxiliar Felicio montar
a equipe em campo.

Regulamento abre possibilidade de inscrição para segunda fase

Embora a diretoria do Compare Futebol Clube tenha garantido a permanência de todos os atletas
que fazem parte do atual grupo,a Copa dos Campeões abre possibilidade dos clubes se reforçarem
durante a competição,onde ao final da primeira fase dois jogadores poderão serem descartados e
outros colocados no lugar.
Como a possibilidade existe a comissão técnica já deixou claro,se o clube chegar a segunda fase,jogadores
que não estiverem sendo úteis poderão ceder a vaga a algum reforço,queremos o título e não vamos desperdiçar chances,diz o presidente do clube Juvino Martins.

Jailson Abaré reencontra o Compare

Ex-jogador e ídolo do torcedor do Compare, Jailson Abaré foi atração na partida de domingo em Rodelas. (31) no confronto amistoso entre as duas equipes o ex.jogador deu entrevista a TV FLARESTA e relembrou os velhos tempos,lembrou de Zé Miranda seu antigo técnico e se emocionou ao falar dos seus bons momentos no futebol amador.
Raio –X do ídolo
Jailson foi um jogador de muita técnica, tinha velocidade e presença de área e foi campeão em muitas equipes que jogou,tanto no lado do Pernambuco como ele diz,quanto na Bahia,sua terrinha,em 2001 foi um dos destaques do time BI-Campeão Florestano,e ao lado de Tinanã,Gilmar Cabrobó e Filho levou a equipe ao seu segundo título,além dos nomes citados um jogador em especial começava a se destacar,o zagueiro Rodolfo Ramon,que depois brilhou no futebol profissional por Itacuruba,Porto de Caruaru e vários outros times profissionais.
Jailson acabou encerrando a carreira em razão de problemas no joelho, antes mesmo da idade chegar.

Nova camisa em Pré-Venda


Domingo o Compare Futebol Clube estreou a camisa 2015 do clube,fabricada pela empresa
Catarinense Ksports,a peça já está em pré-venda com o valor de 50,00,os interessados procurar o presidente do clube Juvino Martins e fazer seu pedido.

terça-feira, 3 de março de 2015

Compare já conhece adversários na Copa dos Campeões

Adimec e Vasco são os adversários do Compare Futebol Clube na Copa dos Campeões em Petrolândia,será a primeira vez que o clube Florestano enfrentará o Vasco,já o Adimec é um velho conhecido,mais é um clube que  a muito tempo não enfrentamos,diz o presidente do clube.
A estreia será contra o Vasco dia 29/03,apesar dos clubes nunca terem se enfrentado,o Compare Futebol Clube sabe que o time é o atual campeão de Petrolândia e merece muito respeito.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Comissão técnica decide inscrever só dois goleiros

Com a falta de comunicação do terceiro goleiro Nilson e da precisão de reforçar o elenco,a
comissão técnica através do treinador Marçal Gonzaga e Felicio Marciano decidiu cortar o
atleta da copa dos Campeões,a ideia é aproveitar a última vaga para a contratação de mais um
volante.
Nilson não está sendo afastado da equipe,apenas não será aproveitado nessa competição,diz
Juvino que já tinha deixado claro a forma de trabalhar,e que essa partida seria a determinante para
algumas decisões.

Apesar das chances perdidas, atletas do Compare consideram empate bom

Não foi para comemorar, mas também não é motivo de lamentos. Para os jogadores do Compare, o empate com o a Seleção de Rodelas, nesse Domingo, em jogo amistoso, não foi um resultado ruim. Entretanto, se a equipe tivesse um capricho maior nas finalizações, a vitória poderia vir naturalmente,apesar da equipe Baiana ter tido muitas chances de gol onde brilhou o arqueiro do Compare Junior Abaré.
JUNIOR ABARÉ

O camisa 1 do Compare completou 3 jogos pela equipe,mais já mostra muita segurança. Outro que continua agradando é o atacante Darlan,autor do gol de empate,o mesmo ainda não podemos dizer de Alex Abaré,que chegou como homem gol e até o momento não balançou as redes adversárias.
DARLAN

Para o auxiliar técnico Felicio e para um dos diretores do clube Santeiro,existe um grande problema para ser resolvido,os volantes ainda não estão fazendo a cobertura da zaga,com isso durante a semana a diretoria vai acertar uma contratação para esse setor,nomes já estão em pauta, o resultado na cidade baiana não foi ruim, devido às condições que o jogo impôs,e ao péssimo gramado do estádio Verde e Amarelo.
- Gostaríamos de vencer, mas um empate fora de casa, com as dificuldade que tivemos aqui,foi bastante proveitoso,mais o que valeu foi os laços de amizade que se criam em mais um jogo amistoso,mais que teve
muita vontade de vencer de ambas as partes.
Jogadores como Verton,Roberto,Negão e Sidney entraram bem na partida o que mostra que apesar do time não ter um elenco de estrelas,quem entra não faz feio.

Compare 1 x 1 Sel.de Rodelas