- Quando eu
cheguei aqui no Chelsea assinei um contrato de três anos, o qual eu quero
cumprir. O time está em um grande momento, o time foi campeão da Copa da
Inglaterra, tem a possibilidade de ser campeão da Premier League, que é o mais
importante para mim. Não penso no momento em nenhuma especulação, em nada
disso. Minha cabeça está completamente voltada para o Chelsea para esse final
de temporada. Sei que podem falar muito
e vão falar muito, mas a minha cabeça está preparada para esse final de
temporada que é muito importante tanto no Chelsea, quanto na seleção
brasileira. Uma possibilidade de ganhar a Premier League, vindo de título no
Espanhol não é fácil. Também jogar uma Copa América com a Seleção seria
maravilhoso. Então, eu só penso nisso e em nada mais.
Assistir
aos jogos do banco de reservas não é uma situação comum na carreira do
lateral-esquerdo de 29 anos. Um dos destaques da conquista do Campeonato
Espanhol na temporada passada sob comando de Diego Simeone, o jogador
manteve a sequência com José Mourinho. Porém, apesar de alternar
momentos com Azpilicueta e Ivanovic, o brasileiro mantém o ritmo nos
treinamentos e prega respeito ao trabalho do treinador português.
- É uma
situação nova na minha carreira, depois de quase nove anos jogando quase todos
os jogos. Quando cheguei aqui no Chelsea encontrei com essa situação de não
jogar sempre. Mas também os números não são tão ruins, joguei metade dos jogos
do Chelsea nessa temporada. Tem jogos que el utiliza um ou outro, depende do
adversário, de como vai ser o jogo. Ele escolhe se vai ser o Azpilicueta, que
defende muito bem, ou se ele precisa mais de uma saída de jogo, ele opta por
mim, algumas vezes já revezou o Ivanovic do outro lado. Obviamente, todo mundo
quer jogar, todo mundo quer ser importante, aqui não é diferente, mas eu
entendo perfeitamente essa escolha do técnico e a gente tem que respeitar
sempre.

- Cada vez que sai a convocação e o meu está lá, é claro que minha alegria é imensa. Mas isso só reforça a minha ambição de querer ganhar títulos com a seleção brasileira, que eu acho que é o principal objetivo. Você ser convocado, ter uma chance, muita gente tem, mas poucos conseguem escrever o nome dentro da Seleção em forma de títulos. Tive a oportunidade de estar naquele grupo que ganhou a Copa das Confederações e isso que o Brasil precisa voltar a ter, e está em um bom caminho. Agora o grupo é sólido, jogadores com mais experiência, com essa fome de títulos e principalmente com muita humildade, sabendo que o principal é ter um grupo vencedor e não um jogador só, e o Dunga é perfeito, tanto taticamente, quanto nessa forma de motivar os jogadores e fazer o grupo ir pelo caminho certo. Eu realmente me sinto privilegiado de poder trabalhar com o Dunga
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